Sexta-feira, 7 de Março de 2008
O turismo, o ambiente & economia
Turismo & Economiaanálise da actividade turística – receitas, balanças de pagamentos, PIB, emprego, desenvolvimento regional.
 
Em termos económicos a actividade turística, ou seja, “a economia de viagens e turismo” contribui com:
  • 10,36% do PIB a nível mundial
  • 11,49% do PIB da União Europeia
  • 8,14% total do emprego no mundo
  • 12, 87% do emprego na União Europeia
(Estimativa para 2004)
Em Portugal, o turismo constitui um dos mais importantes sectores de actividade económica.
 
 
 
Benefícios que a economia usufrui do ambiente
  • Ele, é o suporte, “palco” onde existem as economias e os ecossistemas em que elas estão inseridas. É principalmente, o suporte da Biosfera e consequentemente da vida humana.
  • O ambiente proporciona-nos aquilo que designamos por amenidades, porque certos locais parecem-nos, no contexto das nossas sociedades industriais aprazíveis para fins de recreio.
  •  O ambiente, através da sua capacidade de dispersar, armazenar e assimilar resíduos da economia, presta-lhes inestimável serviço.
  •  O ambiente é uma fonte de inputs materiais para a economia: combustíveis, minerais madeira, água, peixe, etc. Também a capacidade de o ambiente fornecer alguns destes bens pode ser afectada pelo abuso da função de receptor de resíduos da economia (degradação pela poluição).
           
Deste modo, o ambiente surge-nos como um bem não reprodutível capaz de prover, directa e indirectamente ao homem, serviços de alto valor económico. Estes serviços são bens económicos na medida em que as pessoas, perante a sua escassez ou ao risco do seu desaparecimento, estão dispostas a pagar mais para consumi-las, ou para evitar que se esgotem.
 
O ambiente e a Economia, 2º Edição, Luís S. Barreto 


publicado por mentesemaccao às 20:37
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008
Compromisso semanal

Dá uma espreitadela nas atitudes ecológicas do dia a dia em http://www.geota.pt/passapalavra/0/actividades.html  e "passa a palavra".

"O Homem é o unico ser vivo que precisa de ser educado" Immanuel Kant

A natureza é um mundo abundante de autonomia, contrariamente o homem encontra – se assinalado pela servidão da natureza, fonte de todas as suplicas de vida, ignorando a orgânica animal e vegetal. O homem é, essencialmente, um ser social e cultural que vive integrado num mundo de valores. A ciência e a técnica marcam profundamente a nossa época, manipulando e transformando a realidade, numa forma de poder do Homem sobre a natureza, poder que, progressivamente se voltou para os seres vivos, inclusive para ele próprio. Teremos de perguntar se estes poderes manipuladores e transformadores que a ciência tem, será sempre benéfico. Há que ter consciência e saber  quais os limites a que o homem deve respeitar no que diz respeito a natureza.

            Eu preciso de ar para respirar, de água para beber, de luz para ver, de substâncias vegetais e animais para comer mas de nada, pelo. De certa forma o homem não é auto - suficiente, pois ele sem a natureza, não conseguiria fazer nada, não conseguia respirar, ver, comer(…), estas pequenas coisas que temos à nossa disposição e que são essenciais à vida do homem, estão deveras comprometidas, por isso é preciso fazer alguma coisa para preservar o nosso ambiente.



publicado por mentesemaccao às 18:20
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Ambiente - barreira ou oportunidade para o turismo?

O ambiente factor de competitividade no turismo Ambiente - barreira ou oportunidade para o turismo? O que representa o ambiente para a actividade turística? Uma obrigatoriedade legal, a barreira a ultrapassar para viabilizar projectos de investimento, traduzida nas leis da protecção da natureza, da água, do ar, do ruído ou dos resíduos? Ou uma mais-valia, um capital de recursos disponibilizados pelo sistema natural ou pela história de um povo, e que constitui uma oportunidade de viabilizar um projecto de investimento diferente, talvez único e com qualidade intrínseca. E quanto vale esse ambiente para a actividade turística? É um custo, ou um investimento? O ambiente pode em tudo ser visto como um meio para alcançar um fim, contudo no nosso projecto apenas o exploraremos como o meio para alcançar um turismo escasso e de qualidade. Ao longo de todo o período fomos e continuaremos a dar fundamento a estas questões.

O ambiente pode em tudo ser visto como um meio para alcançar um fim, contudo no nosso projecto apenas o exploraremos como o meio para alcançar um turismo escasso e de qualidade. Ao longo de todo o período fomos e continuaremos a dar fundamento a estas questões.

 

Bibliografia: Turismo e Desenvolvimento Sustentável1; GEOTA, Novembro 2006; Careto, Hélder - Lima, Susana. 



publicado por mentesemaccao às 09:27
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008
Turismo na actualidade – generalidade

O turismo em termos conceptuais é dos produtos mais recentes da civilização moderna. Não obstante, em apenas meio século, tornou-se numa das principais actividades económicas, e talvez naquela que melhor espelha a essência do que hoje se designa por globalização.

Turismo é sinónimo de lazer, cultura, mobilidade e conhecimento, mas é também, em muitos casos, fonte de degradação da qualidade ambiental, de insustentabilidade.

 

O modelo insustentável é o dominante e caracteriza-se pelo protagonismo do turismo massivo. A oferta é padronizada, permitindo controlar os custos e reduzir preços, ignorando as singularidades do território no qual, o solo cumpre a função de suporte, ou melhor dizendo, de “contentor” das actividades turísticas.

Hoje em dia, predomina a perspectiva que assenta no crescimento do tipo quantitativo, de custos e preços baixos, e que atrai sobretudo o turismo de massas.

Tem-se a redução do turismo a um conjunto de actividades económicas, negligenciando o conteúdo do turismo.

Actualmente assistimos à homogeneidade e perda de atracção dos destinos turísticos convencionais, o que faz com que se procurem novos cenários e novas práticas nos espaços tradicionais, com oferta renovada.

Os consumidores, em geral, tendem ainda a dar prioridade ao preço, qualidade e conveniência antes de atenderem à questão ambiental.

Mas, um descontentamento crescente com os destinos comercializados, sobrelotados e poluídos estão a forçar a mudança dos pacotes turísticos já massificados. É necessário ver no turismo uma ciência nova, assente na transversalidade.

Há necessidade de se adaptar novos modelos de turismo, propomos na nossa região um modelo de turismo diferente do que tem sido praticado, de forma a ser compatível com os princípios do desenvolvimento sustentável, sensível às problemáticas do consumo e da gestão dos recursos, da biodiversidade e da conservação da natureza.

De forma, a que:

  • promova a conservação dos valores naturais,
  • desenvolva acções tendentes à salvaguarda dos aspectos geológicos e as espécies da flora e fauna com interesse cientifico ou paisagístico; ao estimulo e valorização das actividades económicas tradicionais, que garantam uma vida equilibrada à comunidade;
  • salvaguarde o património edificado, por exemplo apostando na sua requalificação.
  • apoie a animação sociocultural – no nosso projecto através da realização de um evento ecológico, com promoção de campanhas de animação/interpretação ambientais, actividades desportivas na natureza;
  • promova o repouso e o recreio ao ar livre, de forma a que a Serra da Estrela seja visitada e apreciada sem que daí advenham riscos de degradação fisica e biológica para a paisagem e para o ambiente.

Tendo por fim o turismo escasso e de qualidade

Os benefícios deste tipo de actividade turística abrangem também toda a comunidade.

O desenvolvimento turístico sustentável baseia-se numa gestão eficaz dos recursos turísticos que conte com o desenvolvimento económico e respeito pelos valores ambientais, sociais e culturais do território.

O “novo turismo” sugere uma atitude ecológica e o recurso a factores ambientais e culturais.

 

Bibliografia: Turismo e Desenvolvimento Sustentável1; GEOTA, Novembro 2006; Careto, Hélder - Lima, Susana. 

Turismo de natureza - enquadramento estratégico (2000-2006) - Parque Natural da Serra da Estrela - Instituto da Conservação da Natureza



publicado por mentesemaccao às 12:31
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